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Edmilson Barros, uma história de vida

 O pernambucano Edmilson Barros durante mais de 30 anos trabalhou em jornada dupla, como ator e também como engenheiro elétrico, boa parte do tempo em plataformas de petróleo. Ele, que se aposentou no começo de 2017, pela primeira vez na vida pode se dedicar integralmente ao trabalho de ator.

      Isso não impediu que construísse uma carreira sólida no cinema (“Baile Perfumado“, “Sem Controle“, “O Bem Amado“, “A Máquina“), teatro (“Mamãe Não Pode Saber“, “Doze Homens e Uma Sentença”, “Edukators”, “Bonitinha, Mas Ordinária“) e, claro, na TV (“Decamerão“, “Gabriela”, “Velho Chico”, “Cordel Encantado” e muito mais). Isso o tornou um nome sempre lembrado por diretores de peso como João Falcão, Guel Arraes, Jorge Furtado e José Luiz Villamarim, entre outros.

      Morando de vez no Rio e com a disponibilidade que sempre sonhou, Edmilson no momento cursa História na UERJ. Sua opção foi motivada pela busca de conhecimento. Edmilson quer saber cada vez mais sobre seu país e em especial tentar entender os acontecimentos políticos dos últimos anos.

Ele recentemente participou da refilmagem de “Boca de Ouro”, clássico de Nelson Pereira dos Santos, agora dirigida por Daniel Filho, e de “Três Verões”, último filme de Sandra Kogut, ao lado de Regina Casé. E também está na segunda temporada do humorístico “Tô de Graça”, do Multishow, onde entra em cena como Pará, uma espécie de manda-chuva do morro, ocupando na trama o espaço que na primeira temporada foi de Ernani Moraes (Miliciano).

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